Eu amo a catequese. Amo que tudo que a envolve. Seus enigmas, desafios, suas alegrias e principalmente, seus resultados. Mesmo que os frutos não sejam em curto prazo, adoro esperar por eles. Mais cedo ou mais tarde, estes frutos aparecem, de formas diferentes, mas aparecem.
É na catequese que consigo enxergar o sinal claro, real, autêntico, dos passos de Jesus. Por isso ela é apaixonante.
Amo meus catequizando. Tenho verdadeira paixão por estes jovens, mesmo que ás vezes eu faça julgamentos precipitados a respeito do comportamento deles.
Largo tudo, desisto de tudo, menos da catequese.
Ser catequista é uma dádiva. Eu fui convidado e dei o meu sim. Diante de um convite tão pessoal e especial, como dizer não?
Amo cada rostinho que anualmente se apresenta em minhas turmas. Sinto-me responsável por eles. Amo também seus pais.
Amo quando estes “pequenos anjos” me desobedecem. Amo quando não querem rezar. Amo quando fogem da missa e inventam uma desculpa esfarrapada para justificar a ausência. Amo quando os pais, nestes casos, os ajudam a mentir.
Amo cada gargalhada que eles dão fora de hora.
Amo a maneira descarada e desanimadora com que vêem a igreja.
Amo o estilo despojado com que se vestem. Amo as bobagens e as gírias que eles falam.
Amo suas angústias, seus medos, suas dúvidas. Amo suas fragilidades e a sede que eles têm de algo diferente. Amo quando se abrem, contam de si, quando choram. Amo ouvir suas histórias de vida.
Amo os desafios que a catequese oferece. Não teria graça se tudo fosse uma maravilha e se eu tivesse, nas mãos, os jovens mais educados, interessados, ligados à religião. Não faria sentido se a minha catequese não tivesse problema algum. Não teria menor sentido não me estressar com os pais ausentes. A catequese que eu amo é esta: desafiadora, que me faz querer mudá-la de forma insistente, que me estressa, que me desanima em muitas ocasiões e que, ao mesmo tempo, me lembra constantemente da história do próprio Cristo catequista.
A catequese é minha vida.
Através dela, Deus me puxa, me manipula, me pede para continuar. Força-me a sorrir quando a vontade é chorar. Anima-me quando desanimo. Faz-me questionar sem perder a força.
Amo esta catequese movida por Deus através do exemplo do melhor e maior catequista que já existiu, seu próprio filho Jesus.
Sinto-me parte deste projeto grandioso. Aceitei, aceito, quero continuar aceitando.
A catequese é meu chão, o meu norte, minha vida.
Assim como Paulo, Pedro, João, Mateus e tantos outros, sinto-me apóstolo. Quero seguir os passos do mestre, aprender mais sobre suas palavras. Não quero ser apenas um seguidor, simpatizante. Quero assumi-lo por inteiro, na sua totalidade. Quero catequizar com um sorriso no rosto e com a força necessária para encarar a descrença de tanta gente. Amo a catequese, do jeito que ela é, da maneira que ela anda. Mas este amor não me transforma num comodista. Justamente por amá-la é que me esforço para fazê-la mais dinâmica, atrativa, “tocante”. Nem sempre consigo. Nem sempre convenço. Mas o desafio de transformá-la é bem maior do que a conformidade do deixar tudo como está.
Amo as surpresas que Deus me oferece. Tem dias que organizo e planejo tudo para o encontro de catequese e, chega ao final, tudo dá errado.
Em outras ocasiões Deus me utiliza com toda a sua vontade e consegue fazer de um encontro, sem planejamento e aparentemente sem graça, algo mais profundo.
Amo a catequese porque me sinto útil.
Amo a catequese porque dou através dela dou a minha contribuição para mudar o mundo. Amo a catequese porque me sinto apóstolo.
É na catequese que consigo enxergar o sinal claro, real, autêntico, dos passos de Jesus. Por isso ela é apaixonante.
Amo meus catequizando. Tenho verdadeira paixão por estes jovens, mesmo que ás vezes eu faça julgamentos precipitados a respeito do comportamento deles.
Largo tudo, desisto de tudo, menos da catequese.
Ser catequista é uma dádiva. Eu fui convidado e dei o meu sim. Diante de um convite tão pessoal e especial, como dizer não?
Amo cada rostinho que anualmente se apresenta em minhas turmas. Sinto-me responsável por eles. Amo também seus pais.
Amo quando estes “pequenos anjos” me desobedecem. Amo quando não querem rezar. Amo quando fogem da missa e inventam uma desculpa esfarrapada para justificar a ausência. Amo quando os pais, nestes casos, os ajudam a mentir.
Amo cada gargalhada que eles dão fora de hora.
Amo a maneira descarada e desanimadora com que vêem a igreja.
Amo o estilo despojado com que se vestem. Amo as bobagens e as gírias que eles falam.
Amo suas angústias, seus medos, suas dúvidas. Amo suas fragilidades e a sede que eles têm de algo diferente. Amo quando se abrem, contam de si, quando choram. Amo ouvir suas histórias de vida.
Amo os desafios que a catequese oferece. Não teria graça se tudo fosse uma maravilha e se eu tivesse, nas mãos, os jovens mais educados, interessados, ligados à religião. Não faria sentido se a minha catequese não tivesse problema algum. Não teria menor sentido não me estressar com os pais ausentes. A catequese que eu amo é esta: desafiadora, que me faz querer mudá-la de forma insistente, que me estressa, que me desanima em muitas ocasiões e que, ao mesmo tempo, me lembra constantemente da história do próprio Cristo catequista.
A catequese é minha vida.
Através dela, Deus me puxa, me manipula, me pede para continuar. Força-me a sorrir quando a vontade é chorar. Anima-me quando desanimo. Faz-me questionar sem perder a força.
Amo esta catequese movida por Deus através do exemplo do melhor e maior catequista que já existiu, seu próprio filho Jesus.
Sinto-me parte deste projeto grandioso. Aceitei, aceito, quero continuar aceitando.
A catequese é meu chão, o meu norte, minha vida.
Assim como Paulo, Pedro, João, Mateus e tantos outros, sinto-me apóstolo. Quero seguir os passos do mestre, aprender mais sobre suas palavras. Não quero ser apenas um seguidor, simpatizante. Quero assumi-lo por inteiro, na sua totalidade. Quero catequizar com um sorriso no rosto e com a força necessária para encarar a descrença de tanta gente. Amo a catequese, do jeito que ela é, da maneira que ela anda. Mas este amor não me transforma num comodista. Justamente por amá-la é que me esforço para fazê-la mais dinâmica, atrativa, “tocante”. Nem sempre consigo. Nem sempre convenço. Mas o desafio de transformá-la é bem maior do que a conformidade do deixar tudo como está.
Amo as surpresas que Deus me oferece. Tem dias que organizo e planejo tudo para o encontro de catequese e, chega ao final, tudo dá errado.
Em outras ocasiões Deus me utiliza com toda a sua vontade e consegue fazer de um encontro, sem planejamento e aparentemente sem graça, algo mais profundo.
Amo a catequese porque me sinto útil.
Amo a catequese porque dou através dela dou a minha contribuição para mudar o mundo. Amo a catequese porque me sinto apóstolo.
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| Janete, catequista da Matriz e coordenadora paroquial da Crisma |
Amo a catequese porque é Jesus quem me usa, quem fala através de mim, quem planeja e quem me diz até onde eu posso chegar.
Amo a catequese, choro, me alegro, entristece, desanimo, desisto, volto, continuo, insisto, brigo, questiono. Sei que atrás de tudo isso não está a mensagem simples de qualquer Ser humano, mas sim, do Ser divino, do próprio Deus.
Amo a catequese pela sua essência.
Amo a catequese por que é através dela, que me torno Igreja.
Amo a catequese. Amo a catequese. Amo ser catequista, pois fui escolhido entre tantos. É através de mim, da minha catequese, dos meus encontros, das reuniões e da minha vida, que Cristo se manifesta. Sou um instrumento, um mero instrumento, mas importante no projeto de Deus. Por isso eu amo a catequese: não sou eu, mas Deus através de mim.

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